Segunda-feira, Abril 10, 2006


" A poesia roçava-me o corpo desperto até ao osso, procurava-me com tal evidência que eu sofria por não poder dar-lhe figura: pernas, braços, olhos, boca. Mas naquele céu verde de agosto apenas me roçava, e partia." Eugénio de Andrade. Fotografia de Andrey Smirnov.